Nosso modelo de economia é o
capitalismo neoliberal que reflete em torno de todas as camadas da sociedade.
Liberalismo, idealizados por John Lucke (Wrington, 29 de
agosto de 1632 — Harlow, 28 de
outubro de 1704), é um conceito que faz com que o governo não tenha
nenhuma obrigação com o cidadão enquanto cidadão. Ou seja, o rapaz trabalha,
paga seus impostos, faz seus deveres e tem direitos (supostos) que fazem dele
um cidadão com certa autonomia. Isso é mais ou menos idealizado junto com o
capitalismo que estava emergindo em meados do século dezoito. Depois com o
capitalismo instalado e com a economia girando e as grandes corporações ditando
regras ,assim como aqui foi regido o golpe de 64 pelos norte-americanos – se
criou um neoliberalismo que foi muito mais a fundo nessa questão e não é
detectado pelas pessoas mais desavisadas. Nos EUA, uma cadeira motorizada
moderna último modelo, é subsidiada pelo próprio governo para ser adquirida
pela própria pessoa que vai escolher. Aqui as peças nos custam metade com
impostos e isso é regra, infelizmente. Então por que fazer tanta propaganda e
nada vai adiantar para esses preços abaixarem? Uma cadeira de rodas boa (sem
colocar marca nenhuma) custa mais ou menos uns R$3.339,00 por auto (manual) que
fica impossibilitado de alguém que não tenha condições tenha um produto bom.
Mesmo se o governo der cadeiras de rodas, eles irão dar cadeiras de preços e
qualidade, totalmente inferiores. Em exemplo há cadeiras dadas com dinheiro do
governo, mas encomendada pela entidade AACD (Associação de Assistência à Criança
Deficiente) que nem
com um ano, essa cadeira já está com jogo (cambaleando) e com os pedais
arriados (os pedais de plástico não dão segurança e nem estabilidade a pessoas
que tem paralisia cerebral). Mas nesse mercado lucrativo que não mais tem
limite, há revistas especializadas no assunto da inclusão que define o que esse
mercado quer, fatias imensas de propaganda desnecessária. Entrevistas sobre Pessoa com Deficiência dificilmente são
abordadas, links de blogs não apareceram tanto , que ao que parece, foram
cortados por causa das propagandas que são um exagero. As pessoas que usam esse
tipo de aparelho tem que perceber que o importante não é o equipamento, mas o
quanto vai custar no seu bolso. O mesmo para quem compra um carro, adaptado,
que pagara com o financiamento lá na frente pode fazer falta ou ficar pesado.
Numa cadeira motorizada, o banco recebe muito mais do que o valor que você paga
na cadeira, que seria um prejuízo para seu própria bolso. Isso mostra o quanto há
exploração, e o que é mais triste, a exploração por esse mercado porque a
maioria não consegue esperar.
Este trabalho versa sobre as dificuldades de locomoção encontradas por usuários de cadeiras de rodas em acessar pontos distintos na cidade do Salvador principalmente os de instituições de ensino .Precisamos enfrentar esta realidade com soluções e melhorias construtivas, de modo a obter inclusão e participação de toda a sociedade nas diversas atividades, espaços e ambientes que compõe o cotidiano de qualquer cidadão.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
CAPITALISMO COM ALTO CUSTO PARA A ACESSIBILIDADE.
Nosso modelo de economia é o
capitalismo neoliberal que reflete em torno de todas as camadas da sociedade.
Liberalismo, idealizados por John Lucke (Wrington, 29 de
agosto de 1632 — Harlow, 28 de
outubro de 1704), é um conceito que faz com que o governo não tenha
nenhuma obrigação com o cidadão enquanto cidadão. Ou seja, o rapaz trabalha,
paga seus impostos, faz seus deveres e tem direitos (supostos) que fazem dele
um cidadão com certa autonomia. Isso é mais ou menos idealizado junto com o
capitalismo que estava emergindo em meados do século dezoito. Depois com o
capitalismo instalado e com a economia girando e as grandes corporações ditando
regras ,assim como aqui foi regido o golpe de 64 pelos norte-americanos – se
criou um neoliberalismo que foi muito mais a fundo nessa questão e não é
detectado pelas pessoas mais desavisadas. Nos EUA, uma cadeira motorizada
moderna último modelo, é subsidiada pelo próprio governo para ser adquirida
pela própria pessoa que vai escolher. Aqui as peças nos custam metade com
impostos e isso é regra, infelizmente. Então por que fazer tanta propaganda e
nada vai adiantar para esses preços abaixarem? Uma cadeira de rodas boa (sem
colocar marca nenhuma) custa mais ou menos uns R$3.339,00 por auto (manual) que
fica impossibilitado de alguém que não tenha condições tenha um produto bom.
Mesmo se o governo der cadeiras de rodas, eles irão dar cadeiras de preços e
qualidade, totalmente inferiores. Em exemplo há cadeiras dadas com dinheiro do
governo, mas encomendada pela entidade AACD (Associação de Assistência à Criança
Deficiente) que nem
com um ano, essa cadeira já está com jogo (cambaleando) e com os pedais
arriados (os pedais de plástico não dão segurança e nem estabilidade a pessoas
que tem paralisia cerebral). Mas nesse mercado lucrativo que não mais tem
limite, há revistas especializadas no assunto da inclusão que define o que esse
mercado quer, fatias imensas de propaganda desnecessária. Entrevistas sobre Pessoa com Deficiência dificilmente são
abordadas, links de blogs não apareceram tanto , que ao que parece, foram
cortados por causa das propagandas que são um exagero. As pessoas que usam esse
tipo de aparelho tem que perceber que o importante não é o equipamento, mas o
quanto vai custar no seu bolso. O mesmo para quem compra um carro, adaptado,
que pagara com o financiamento lá na frente pode fazer falta ou ficar pesado.
Numa cadeira motorizada, o banco recebe muito mais do que o valor que você paga
na cadeira, que seria um prejuízo para seu própria bolso. Isso mostra o quanto há
exploração, e o que é mais triste, a exploração por esse mercado porque a
maioria não consegue esperar.
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